O último céu dos meus 30 anos.

Noite passada o céu estava importante, sem nuvens e com algumas estrelas.

Nada de muito diferente. Mas era o último céu dos meus 30 anos.
Olhei para o céu como um explorador.
Fitei cada estrela em busca da cor.
Uma me pareceu avermelhada, outra com luz mais brilhante, azulada.
Ambas eram apenas grandes estrelas, que do distante se alinhavam no meu momento de céu.
Momento que não volta.
Instante final, quase zero hora.
Lembrei da infância e adolescência.
Pensei nas conquistas e nas experiências, nas lutas e feridas.
Minuto que passou rápido! Tempo que corre para longe num piscar.
Um observador minúsculo, um céu imenso, um instante no tempo. Um sopro do vento e olho para o relógio:
O único último céu dos meus 30 anos acabou de passar.


Graças a DEUS.

Menina do Meu Jardim



Em 2003 escrevi uma pequena poesia para minha filha Sara.

(Menina do Meu Jardim)

No Jardim da minha vida,
um dia você nasceu,
menina, primeira a flor mais linda que me apareceu

A florzinha cresce depressa,
Sorridente, meiga, esperta,
Uma jóia rara que meu lar enriqueceu

Nos cachinhos dos seus cabelos,
deslizam meus sonhos e planos,
Minha filhinha querida, posso tudo, faço tudo em ti pensando

Seu sorrisinho sempre aberto,
desmonta meu coração, Você é tão sapeca...
Sou um verdadeiro corujão.

Seu abraço me quebranta,
suas palavrinhas derretem meu coração.
Amo-te tanto minha menina, a você direciono todos os meus cuidados e atenção

Mais um sorriso menina,
você sempre sorri,
Seu sorriso me liberta, não deixa esquecer que sou feliz.